Solange Cancelli entrou no hospital de Casimiro de Abreu vítima de AVC e depois de 50 dias de internação faleceu, por não ser submetida a uma angioplastica, que teve determinação judicial para que fosse executada inclusive em rede hospitalar partícula, caso não ocorre na rede pública. A paciente ficou internada em enfermaria comum todo o tempo que permaneceu no hospital. Seu caso foi falado pelo vereador Pedro Gadelha que além do minuto de silencio pelo por Solange pediu apuração do caso, com investigação rigorosa da conduta do hospital, do cumprimento da ordem judicial e a responsabilidade dos órgãos envolvidos.
A paciente deu entrada hospitalar com AVC, foi mantida todo tempo em enfermaria comum, passou por atendimento médico e diversos exames cujos laudos comprovaram a gravidade de seu estado. Na justiça foi obtido uma ordem judicial que o procedimento fosse custeado em rede hospitalar particular, caso a pública não pudesse executar. Só que a ordem não vinha com multa caso não fosse cumprida. Com isso, Solange foi mantida na enfermaria apenas, sem passar pela cirurgia. Gadelha em seu pronunciamento afirmou “Sem esse mecanismo, a sensação é de que a ordem sem multa não tem pressa de ser cumprida”.
O parlamentar chegou a conseguir uma vaga no hospital do Cérebro, onde seria realizada a cirurgia, mas o quadro clínico de Solange piorou e por fim, veio a falecer. Pedro Gadelha afirma que, o ambiente hospitalar é insalubre, colocando assim pacientes graves em risco maior de vida, não há protocolos rígidos, vigilância e transparência na administração do hospital.
Há reclamações de falta de insumos para atendimento dos pacientes, há falta de médicos especialistas, obrigando vários pacientes a procurar atendimento e cirurgias em outras cidades. A secretária de Saúde, Luciana de Oliveira não fez qualquer pronunciamento sobre a questão, apesar de ser interpelada pelo jornal que pediu à Comunicação Social da Prefeitura buscar resposta oficial sobre esse assunto.











